sexta-feira, 19 de maio de 2017

Quando ver é tudo o que temos

Rafael estava aflito naquela noite escura, de repente sentiu que não podia mais ver a lua, as estrelas...

Desesperado com o que lhe acontecia naquele momento, Rafael tentava de qualquer maneira abrir os olhos, tentava ver o que lhe cercava. Apavorado começou a gritar, chamava por sua mãe, seu pai, precisava muito saber o que estava acontecendo, pois nunca em sua vida ele havia passado por isso. 

Já no outro lado da cidade o amigo de Rafael que se chamava Ramon curtia a noite com bebidas, músicas e muito barulho ao seu redor. Naquele momento de euforia e festa Ramon mal se dava conta do que estava acontecendo com o seu amigo Rafael.

No dia seguinte Rafael após ter ido ao hospital e ter sido medicado, já podia enxergar. Foi então que no caminho de volta para casa Rafael ligou para o seu amigo Ramon e lhe contou o que havia ocorrido. Surpreso com a notícia Ramon logo pensou que o que aconteceu com o seu amigo poderia ter acontecido com ele.

Enquanto o pai de Rafael dirigia voltando para casa o jovem rapaz ficou admirando o brilho do sol, as pessoas que caminhavam na rua, os carros, os prédios, começou a observar coisas como a alegria de poder ver a natureza ou simplesmente a dádiva de poder enxergar.

Eis que de repente Rafael pede para que seu pai pare o carro.

Assim que seu pai estacionou Rafael desceu do carro, abraçou o seu pai e agradeceu por poder olhar para ele, agradeceu por poder voltar novamente a enxergar, agradeceu por ter saúde, e acima de tudo agradeceu pela chance de poder perceber que é preciso dar valor aos singelos momentos da vida.

Um abraço,
Fernando Lapolli


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Sobre eu Fernando Lapolli: Escritor e apaixonado pela vida. Autor do livro 365 frases com mais de 2.000 cópias vendidas, e também do eBook Comece o dia.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

A tacada certa

Há 23 anos, eu Fernando Lapolli com somente quinze anos parecia saber de tudo. Me recordo como se fosse hoje, quando os meus queridos tios tentavam me dar um conselho. E então eu pensava: - Nossa! O tio tá viajando nesse conselho.

Na flor da idade, como dizem por aí, ou melhor, na idade do “eu sei tudo”, todos pareciam não saberem nada.

A ignorância faz coisa, pois como sabemos, ser ignorante é: “alguém que desconhece a existência de algo; ou que não está a par de alguma coisa.”

Enfim... popularmente falando, ser ignorante é não ter a capacidade de ouvir, de aprender, e principalmente de compreender que a vida será um eterno aprendizado.

Naquela época por volta do ano 1994 eu queria trabalhar, para poder ter minha independência financeira a ponto de poder sair com os amigos, ir no cinema, sair para dançar, enfim, viver a vida. Tinha que sair, até porque naquela época não existia tablets, smartphones, aplicativos para celular e etc...

Mas as coisas não foram tão fáceis como pareciam ser, e comecei a observar com o passar do tempo que era preciso eu aprender a ouvir mais.

Ainda hoje eu me recordo que no ano 2001 eu já queria ter uma casa, um carro, uma vida adulta. Lembro também que nesse período em que eu já estava com 22 anos, trabalhando e estudando, a vida parecia tediosa e sem um futuro visível.

Eu procurava a “tacada certa”, ou seja, o que eu precisava fazer para ter sucesso em minha vida. Mas inocentemente, eu mal entendia o que era sucesso, não compreendia que para poder dar a “tacada certa”, eu precisava entender a essência das coisas. Eu precisava antes de mais nada, dar valor ao aprendizado, de modo que o sucesso seria a consequência daquilo que eu aprendi, aprendia e que eu ainda viria a aprender.

Dessa maneira compreendi que a “tacada certa” não nasce do dia para a noite, como vemos em filmes, em novelas, em histórias manipuladas para ludibriar a gente.

A “tacada certa”, nasce de muito trabalho, anos, quem sabe décadas aprendendo algo, aprendendo principalmente a dar valor ao que já foi conquistado. Porque eu não fiz 38 anos de um dia para o outro, porque um médico não nasce formado, porque um engenheiro não nasce calculando, porque um bom profissional não nasceu sabendo qual será a sua “tacada certa”.

É como num campo de golfe, para que o jogo comece é necessário ter a primeira tacada, onde ninguém sabe aonde a bola irá cair!

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Um abraço,
Fernando Lapolli



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domingo, 26 de março de 2017

Somos capazes

Quando nos dizem: Seja determinado! Faça acontecer! Siga em frente! Você é Capaz! Essas frases nos ajudam muito, é verdade, porém são apenas frases, mas é melhor ter acesso a frases positivas do que negativas, pois, sem atitudes estes textos serão apenas frases motivadoras.

Com o tempo vamos amadurecendo e compreendendo que na vida, tudo passa, é fato! O detalhe, ou melhor, o sucesso está nas atitudes que foram tomadas nesse tempo em que se passou, passa e ao tempo que ainda está por vir.
 

Entendo que escrever possa parecer fácil, bem dito, "possa parecer", mas não é, pois ao escrever eu cometo um ato, e com essa ação, além de ler, eu também reforço a prática do que precisa ser feito.

Galgamos anos, talvez décadas, no entanto é salutar olhar para frente e não se acomodar, afinal, o tempo passa. Então, que sejamos:

- Determinados;
- Ativos;
- E capazes de melhorar cada vez mais as nossas atitudes.

Seja na vida profissional ou pessoal, leve consigo a vontade fazer melhor, de evoluir, de querer aprender mais, e principalmente o desejo de fazer o que precisa ser feito pra se ter uma vida melhor.

Vamos em frente sempre!

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Um abraço,
Fernando Lapolli



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segunda-feira, 13 de março de 2017

É preciso superar

Passar pelas lamúrias na vida é algo constrangedor e desmotivador.

Lamuriar, segundo a literatura: "verbo... desfazer(-se) em lamúrias, exprimir(-se) em tom de lamúria; lastimar(-se), fazer choradeira. "num canto da sala, o velho lamuriava coisas a que ninguém dava atenção..."

Veja abaixo alguns dos sentimentos que nos levam a lamentação:



E o que fazer para não lamuriar?

Simples. Porém não é fácil, aliás, simplicidade nem sempre significa facilidade, até porque às vezes ser simples é algo complexo. Complicado? Não! Apenas observo a discrepância entre ambos.

De todo modo, voltando as lamúrias, estas derretem a nossa motivação que é, se não, o nosso combustível da vida profissional, quiça pessoal.

Em virtude das reflexões acima, compreendamos que o ato de lamuriar não resolve nada, aliás, dificulta ainda mais as coisas, e é diante deste singelo conhecimento que devemos nos posicionar de maneira a alcançarmos a superação:


Enquanto muitos cultivam a lamúria, em detrimento de resultados pífios, de sentimentos negativos, nós seres comuns devemos olhar para cima e agradecer por termos saúde, por termos a oportunidade para transformar lamúrias em superação!

Por fim, desejo que os nossos roteiros nessa jornada "terrena" sejam grandiosos e repletos de conquistas, mesmo tendo a ciência de que obstáculos se farão presentes no percurso deveremos seguir em frente. Parar somente para refletir em como melhorar, e assim sendo evitando o ato de lamuriar.

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Um abraço,
Fernando Lapolli



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quinta-feira, 9 de março de 2017

Problemas? O meu é maior

Tudo começou quando Jorge o nosso personagem queria chegar mais rápido ao trabalho, com a pressa habitual do dia a dia, saiu correndo de casa e mal tomou o café da manhã, aliás nem se sentou para apreciar este momento matinal.

Jorge entrou no carro, acionou o motor, ligou o som alto e saiu rapidamente de sua casa.

Porém no caminho ao trabalho a Avenida Santos Dumont estava parada, os carros na fila nem se quer se mexiam, e Jorge ali parado ficou se lamentando da vida, do seu trabalho e das rotinas diárias que possuía. Entre elas, estavam, sair do trabalho para casa e da casa para o trabalho.

A fila persistia e a cada minuto que se passava parecia uma eternidade para Jorge, mas ele estava bem, estava dentro de seu carro com ar-condicionado e todos aqueles aparatos tecnológicos de última geração. Ainda assim sentia se desanimado, até que ao olhar para o lado viu uma moça se levantando do meio fio para entregar panfletos debaixo daquele sol intenso, sufocante e fervoroso.

Então, Jorge pensou: - Nossa! E eu achava que o meu momento estava sendo péssimo.

Caros leitores, muitas vezes na vida é bem assim mesmo, achamos que os nossos problemas, ou melhor, as nossas dificuldades são sempre as piores que existem. Porém nos esquecemos que os hospitais estão lotados de pessoas com problemas mil vezes maior do que o nosso!

Esquecemos muitas vezes que o ato de poder acordar e ver o sol nascer, sentir o vento, poder comer, caminhar, esquecemos que a felicidade está contida nas coisas simples da vida.

Por fim, esquecemos de agradecer pelo que temos. Pois é... assim muitas vezes somos nós!

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Um abraço,
Fernando Lapolli


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